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ENTREVISTA | Por dentro da Modernidade

18 de setembro de 2014

No terceiro ano da Faculdade de Artes – Feevale, durante uma aula de desenho, Ana Hauschild conversava com as colegas em torno de uma modelo vivo. Falavam o que cada uma queria ser depois de formadas e de suas expectativas de carreira.

Para Ana, uma ideia já estava concretizada. Queria ser galerista e ter a chance de atuar criando o encontro entre arte e público; Divulgando o artista e seu trabalho. A ideia virou negócio e hoje ela comanda a Modenidade!

O blog foi conhecer um pouquinho mais da Ana e da Modernidade. Nossa conversa, em 5 perguntas, você confere abaixo:

1. O que podemos encontrar na Modernidade? A Modernidade completa 24 anos, com muitas exposições em seu currículo. Ao longo deste período, artistas jovens e consagrados expuseram seus trabalhos, com uma grande variedade de linguagens. Todo este material faz parte do acervo da galeria, assim como pinturas, fotografias, gravuras, desenhos, cerâmicas, esculturas. Ou seja, reunimos as mais variadas formas de expressão de arte contemporânea para serem apreciadas e adquiridas.

2. Que critérios definem quais são os artistas a expor na Galeria? Pesquiso muito, sempre! Sou apaixonada pelo que faço. Vou a exposições, bienais, feiras de arte, atelier de artistas, museus; pesquiso na internet, acompanho o trabalho do artista e portfólios. Desta maneira posso avaliar o comprometimento década um com o seu trabalho, o que é um dos critérios.

3. Como se define um artista contemporâneo? Acho que isso resume um pouco o perfil do artista contemporâneo: o seu comprometimento com a arte como profissão.

4. Consegue identificar um perfil em seus clientes? A galeria tem um público variado, entre estudantes, apreciadores de arte, decoradores, arquitetos. É um espaço aberto onde a proposta é a circulação da obra de arte e seus conceitos. Temos também preocupação didática para com este novo público consumidor e apreciador de arte contemporânea – que mudou muito nestes últimos anos, assim como a própria arte.

5. E o bichano que por vezes enfeita a vitrine da galeria? A Guga adotou a galeria há alguns anos e participa das aberturas das exposições e de todas atividades. Pode ser vista muitas vezes na vitrine e as vezes é confundida com escultura por quem passa na rua.

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Ana e a Guga

 

Elaboração da entrevista: Marisa Kohler
Foto: Mani Becker

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