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Dicas: 6 hábitos simples para manter as unhas cuidadas e saudáveis

21 de julho de 2015

Cuidar bem das unhas – o que inclui desde mantê-las limpas até cortá-las, lixá-las e esmaltá-las- é importante não somente por uma questão de estética, mas também de higiene e asseio pessoal. Mas você sabe quais são os principais cuidados que devem ser adotados? Hábitos simples podem fazer toda a diferença para a aparência e a saúde das suas unhas.

Confira 6 dicas da podóloga Maria Lúcia Martins Leandro, especialista consultora da Netfarma, que ajudam a manter as unhas sempre impecáveis:

1 – Aparar e lixar bem suas unhas dos pés e das mãos

As unhas devem ser mantidas sempre aparadas para evitar o acúmulo de resíduos. As das mãos devem ser lixadas em formato oval. Já as unhas dos pés precisam de um corte reto e limpo, em forma quadrada. Na hora de cortar, é preciso evitar deixar bordas irregulares ou com pontas e tentar deixar um ou dois milímetros (no mínimo) por cima do dedo. É fundamental não cortar os cantos das unhas, pois se muito curtas podem crescer dentro da pele, causando o que conhecemos como unhas encravadas. Segundo a consultora, deve-se evitar lixar a parte de cima, já que esta ação pode ser prejudicial, ao retirar a camada natural de queratina das unhas, deixando-as mais frágeis, quebradiças e finas.

2 – Aplique hidratante

As unhas sofrem impactos – digitação constante, uso de smartphones, atividades diárias, lavagens constantes, contato com produtos químicos, sapatos apertados – que prejudicam a camada natural de proteção e causam quebras e ressecamentos. Assim como a pele, elas precisam de hidratação. Por isso, a dica é apostar nos hidratantes para mãos e pés e sempre lembrar de incluir as unhas na aplicação. Como prevenção de ressecamento nas mãos, é recomendável aplicar hidratante a cada lavagem de mãos, quando elas estiverem já secas. Nos pés, existem produtos específicos para eles, como creme reparador e espuma hidratante. No entanto, no caso dos pés, é fundamental nunca passar hidratante nas regiões interdigitais, pois a umidade pode causar o surgimento de micoses. E uma vez ao mês, a especialista recomenda a esfoliação seguida de uma hidratação mais intensa.

3 – Passe cera nutritiva nas cutículas

Existem produtos específicos para a hidratação das unhas, como é o caso da cera nutritiva. Ela é uma boa alternativa para evitar o ressecamento das cutículas, pois hidrata as unhas sem deixar as mãos com aspecto oleoso e pode ser aplicada por cima de unhas ao natural, com base ou esmaltadas. A consultora indica aplicar óleo de cravo diariamente e a fazer uma leve massagem nas unhas, para melhor absorção. Esse cuidado evita a formação de “cantinhos” que podem inflamar.

4 – Use base fortalecedora
Essa dica é especialmente útil para quem sofre com unhas fracas, já que a base ajuda a prevenir a descamação e o aspecto quebradiço. De acordo com a especialista, a base deve ser passada antes do esmalte, ficando em contato direto com as unhas.

5 – Alterne esmaltes claros e escuros

Os tons mais escuros contribuem para deixar as unhas amareladas. Para prevenir esse problema, a pedida é alternar a aplicação de cores claras e escuras. O uso de bases impermeabilizantes para unhas também ajuda a evitar o amarelamento. É indicado, ainda, dar ao menos 2 dias de ‘folga’ às unhas, entre uma esmaltação e outra, para que assim, elas se recuperem dos componentes químicos dos esmaltes. “Caso contrário, elas podem ressecar e quebrar com mais facilidade”, explica Maria Lúcia. Com relação ao esmalte nas unhas dos pés, o uso não é recomendado caso a pessoa esteja tratando problemas como micoses, pois além de abafar e criar um ambiente propício ao desenvolvimento do fungo, o esmalte dificulta a penetração de medicamentos tópicos. Durante tratamentos desse tipo, o ideal é usar somente esmaltes antimicóticos nas unhas.

6 – Atenção à aparência

Mesmo adotando todos esses cuidados, ao notar qualquer alteração no aspecto das unhas, como as pontas descamando, aparecimento de manchas, descolamento ou espessamento das unhas, é preciso que se busque um dermatologista para uma avaliação e também o acompanhamento auxiliar de um podólogo. Neste último, aliás, o indicado – para todas as pessoas – é uma visita mensal.

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