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ESPECIAL DESTINOS | MILÃO – PARTE II – ARTE, NEGÓCIOS E FINANÇAS, POR CHRISTIAN THOMAS

1 de dezembro de 2017

Em Milão, seja a passeio ou trabalhando, é impossível não citar Giuseppe Verdi, nascido nos arredores, mas sempre presente nas manifestações culturais da cidade. Verdi estreou no Grande Teatro Slla Scala a Ópera Nabucco (1842). Outros nomes importantes, Bellini, Rossini, Puccini, igualmente eram presença marcante nos acontecimentos artísticos.  O Teatro Alla Scala é tido como um dos mais importantes da Europa. A rua ao lado direito do teatro (olhando desde a Galeria Vittorio Emanuelle), chama-se Giuseppe Verdi. E é por essa rua que se chega ao Bairro de Brera.

Brera, aliás, é um capítulo à parte dentro da capital da Lombardia. Bairro boêmio da cidade, onde moravam e permanecem morando muitos artistas, e onde se espalham inúmeras galerias de arte e antiquários. Sem contar, claro, um número incontável de excelentes cafés e restaurantes.  O ambiente é muito mais do que inspirador e abriga ainda a espetacular Pinacoteca di Brera, que foi criada por decreto por Napoleão Bonaparte, como escola e espaço de exposições. Ali, Napoleão reuniu todas as obras mandadas trazer de vários pontos da região.

A Pinacoteca di Brera é composta somente por obras italianas, produzidas entre o século 14 e o século 20.
Navigli é outro ponto que não se deve deixar para trás em Milão. Seus bares e restaurantes à beira dos canais são charmosos e aconchegantes e a vida noturna é bastante ativa. Esse trecho preservado é nada mais nada menos do que um projeto do incrível Leonardo da Vinci. Ou seja, não se pode deixar de visitar.

Milão é uma das mais importantes cidades da Europa, a segunda em importância no país, e o maior tronco ferroviário da Itália.
É detentora do maior número de conglomerados financeiros, nacionais e internacionais, sendo assim, um grande e importante centro de negócios e de finanças. A área metropolitana tem um dos mais elevados “PIB’s” da Europa, o que a torna, além de poderosa, extremamente influente no mundo. É centro industrial, comercial, artístico, desportivo, literário e midiático. É a capital mundial do design. Em 2016 foi computado o número de 7,65 milhões de turistas, tornando Milão a décima quarta cidade mais visitada no mundo.

Christian Thomas

STUDIO 10

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